Após títulos, Grêmio e Palmeiras sobem posições no ranking, Inter perde espaço pós queda e ano com baixo rendimento
Em período de pré-temporada, os clubes brasileiros movem-se para arrecadar receita, visando a busca de reforços para a próxima temporada. Finalmente alguns deles estão buscando da maneira mais correta, investindo em estreitar a relação com seu torcedor, viabilizando ao público diversas formas de participar do quadro de sócios. Alguns clubes como o Corinthians, Grêmio e Internacional, já largaram na frente neste aspecto faz algum tempo, investindo em marketing e ações com esse objetivo. Não é atoa que o Timão lidera o quadro social do país, seguidos pelos atuais campeões nacionais, Palmeiras e Grêmio, deixando o time com maior torcida no país, o Flamengo, apenas na sétima posição. Informações obtidas da última atualização publicada pelo site do torcedômetro.
Confira a lista atualizada de sócios-torcedores no Brasil em 2017, ainda de acordo com o Torcedômetro;
10° - Sport Recife - 43,990
9° - Santos - 65,096
8° - Atlético-MG - 70,809
7° - Flamengo - 75,509
6° - Cruzeiro - 78,027
5° - São Paulo - 111,375
4° - Internacional - 112,756
3° - Grêmio - 113,963
2° - Palmeiras - 126,728
1° - Corinthians - 133,654
Com ações em quase todos os jogos, desde frases nas camisetas, estratégias na mídia e uma série de atividades voltadas a seu torcedor, o Corinthians se destaca como o clube que melhor faz a gestão de seu público. Reflexo esse, que apesar de não ter surtido efeito na última temporada, vem dando ao Timão inúmeros frutos, desde sólidos números de lotação do seu estádio, receita vinda de ingressos e mensalidades, até a real contribuição na construção da conquista de títulos.
E você, já é sócio do seu time do coração? Se ainda não é, procure informar-se dos planos e possibilidades disponíveis, e se couber no seu bolso, não deixe de ajudar. Além do seu grito e vibração dentro do estádio, não há contribuição maior a ser feita. Todos os clubes no Brasil precisam de dinheiro e de uma forte ligação com a sua torcida, pois o mercado está inflado, com altíssimos salários e taxas, o que dificulta a montagem de uma equipe competitiva. Vale também lembrar que apesar de toda a questão emocional envolvida em um time de futebol, ele jamais deixará de ser uma empresa, que necessita de receita e fundos para arcar com seus custos.
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